sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

pomar

Estou no pomar
estou colhendo meus versos
para te dar
alguns estão maduros
e são tão vermelhos,
um vermelho sensual,
como os teus labios,
doces como teus beijos.
e são enebriantes.
e tem um perfume delicioso
lembram o cheiro da tua pele.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Pão e Circo

Virginal?
Seria uma rima?
Ou seria apenas vagina?
Objetos de desejo
Sêmen, sementes
Palavras desconexas
Se conectam
Em momentos de prazer
Cuja efemeridade
Relativa
Supera em importância
Até a crise mundial
O mundo esta em crise
Falta de sexo!
Se fizessem mais sexo
Teriam menos tempo pra ir na privada!
Wall Street, Down Jones
E outros palavrões inomináveis
Piadas Pornôs
Pré-Sal
E seqüestros, e
assassinatos macabros
Tudo virou um imenso picadeiro
Um circo interativo!
Pão e Circo!

nas águas calmas da solidão

não vou chorar
nem lamentar
o que passou, passou
sigo em frente
fisguei meu coração em um anzol
e o lancei
nas águas calmas da solidão

abaixo o monocromatismo

Um pouco de fantasia
e cumplicidade
pequenas pitadas de tolerancia

Quem pode suportar viver
em um mundo monocromatico?
abaixo o monocromatismo!
E viva o lirismo!

ah! vida sisuda!
céu cheio de nuvens pesadas,
cinza
Céu tem que ser é azul!

Chega de poluição,
de ganancia,
de arrogancia,
de exoterismo

Qual o seu signo?
deixa de tolice!
precisamos crer que
construimos de alguma forma
o futuro

no teu coração

porque seguir vivendo?
porque continuar caminhando?
se o inicio é tão igual ao final?
se eu escrever meus versos
nas estrelas
mesmo elas se apagarão
só há um lugar onde eles serão eternos
se forem escritos no teu coração!

Sal

tudo é tão chato sem você
você é o sal que dá sabor a minha vida
destempera a solidão
com a luz do teu olhar

nada se compara a você
tua visão clareia o meu olhar
e mesmo a belesa mais rara
é tão comum diante de ti

você não é do jeito que eu sonhei
é muito melhor
e o melhor
você é real!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

fissão

Nos já sabemos
Onde isso vai acabar
O fim nunca foi o problema
O difícil é aceitar
Que a fissão é um processo natural
E até necessário a sobrevivência
Eu descobri uma nova estrada
Que dá em uma enseada
Nunca pensei em eu, sem nós dois
Aquele sol que brilha
Esta morrendo
Como um mero amor
Entre mortais
Poderia almejar a eternidade?
Queria que nossos olhos vissem esse por de sol
Sei que o sol vai se apagar um dia
Mas tenho a certeza de que eu nunca verei isso acontecer
Queria que nossa historia tivesse sido
Assim também

Brilhos fosseis

A vida explode
Em espasmos
Em frenesis
Formas diversas
Elegantes
Fractais
Ideais
O tempo escoa
Por entre as estruturas
Enchendo-as de vida
Mas o viço se esvai
Com o tempo
Restando as pegadas
das manadas
Restam os brilhos fosseis
De estrelas

No fundo do coração

Você é linda
como aquelas canções
mais lindas
que eu gosto de ter no pensamento
e cantar naqueles momentos
de solidão!
Daquelas que de repente
a gente canta sem querer
porque esta sempre
guardada no fundo do coração

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

o cintilar da tua presença

Quero te encher de mimos
E ver teu sorriso
Se esparramar feito espuma
Que as ondas
Desenham na areia
Ah como é gostoso
Ouvir o teu riso,
Tua voz me recreia
Me delicio ao ver-te nua
Feito lua em um céu
Cercada de estrelas
Eu preciso do teu encanto
Em cada canto deste meu universo
Ter o cintilar da tua presença

MONOLOGO

Detesto monologos
mas não de te deixo falar
por medo
medo de que fales com tua boca
o que meu coração já me havia dito

Detesto monologos
mas sigo falando só,
como um insano.

tantas vezes eu te falei
que me importocom o teu sentimento.
Sou um grande mentiroso!
Pois eu só me importo comigo mesmo
e com o que vai acontecer
quando este monologo
finalmente acabar

domingo, 26 de outubro de 2008

rente as nuvens

Quando eu exagerarE caminhar rente as nuvensE meu coraçãoSubir feito águiaE meus problemasFicarem tão pequenosFeito os riosOu as montanhas

Quando eu esquecer
O senso comum
De que tudo o que sobe
Tem que descer
E que toda historia
Tem um final

Quando eu trouxer
As nebulosas
E enfeitar teus cabelos

Esqueça que um dia
Existiu um dia
Sem este amor

manhã

Desperta coração
É hora de escrever uma nova canção
Daquelas que a gente escreve
No pulsar do sangue nas veias

O meu amor esta esperando
Por versos novos
Daqueles que cheiram a azul do céu

Versos que a gente colhe no pé
Versos que foram cultivados com carinho
E tanto esmero

Que tenham o brilho radiante da manhã
E que se igualem ao brilho que vem do olhar dela

Versos que espelhem as nuvens
E tragam paz

Essa paz inigualável
Que só quem ama
E é amado tem

terça-feira, 29 de julho de 2008

amo tua loucura

Amo tua loucura
Teus devaneios
Teus sonhos insólitos
Teu carnaval
Deixa o vento soprar
Inflar as velas
Quero navegar ao teu lado
Neste oceano de brumas
Seguir rumo aos horizontes
Que me excitam
Que me atiçam
Onde o céu e a terra
Se unem em um beijo apaixonado
As vezes molhado de oceano

sábado, 26 de julho de 2008

Adreno-poesia

Estou à procura de novidades
Andei catando alguns verbos
Peneirando alguns adjetivos
Procurando por algum que luzisse
Polens de paz trazidos por ventos de amor!

Pra sintetizar uma poesia reativa
que decomponha as moléculas
de veneno de tua alma
em inofensivas proteínas

Poesia que faça sorrir
Este teu coração preguiçoso,
De felina manhosa,

Poesia que erice os pelos do teu corpo,
Que te incedeie de calor
E te faça querer se despir,
De toda culpa,
De todo medo,

Poesia safada,
Que mordisca o grelo de sua orelha,
E te faz ouvir inefáveis sinfonias
Que percorrem o teu corpo
Reverberando em teus seios intumescidos,

outro lado da lua romântica

Você nunca viu o outro lado da lua romântica
Onde não há canções de amor
O lado frio e deserto
Onde os espectros moram eternamente
Atormentados
O lado da lua que é desconhecido dos poetas,
E até mesmo dos lobos que uivam hipnotizados
O lado nunca revelado
Oculto, aprisionado
Toda lua tem um lado amargo
Um cemitério, onde descansam os enjeitados
Você nunca viu, e nunca vera!

A aridez de minhas palavras
Em versos desidratados
Versos quebradiços
Resquícios de antigos vícios

Versos que são buracos negros
Dos quais nem a luz escapa
Palavras palafitas,
Ribeirinhas em suas canoas,
Remando suplicantes
Que trocam de significado
Num educado sincronismo
Que ora beira o cinismo
Ora, namora o abismo
E formam um tipo de espelho côncavo
Que ora faz rir
Ora espanta e causa ojeriza

Quero reduzir tudo a escombros,
à pó, e o pó, aos átomos
E os átomos à partículas
E as partículas a energia

Sou um sobrevivente
É difícil dizer isto
Sobreviventes são por vezes
Criaturas deformadas,
Maculadas,
Despidas da pureza original,
Repugnantes!

Quando faz sol

Quando faz sol
Quero sombra
Quando chove
Quero sol
porque você não é tudo aquilo que eu amo?
porque não sou tudo aquilo que você ama?
As vezes você faz tanto calor
E as vezes frio demais!

Encanto

queria que estes versos
fossem tão belos
quanto belos são teus cabelos negros
naturalmente lisos
queria que fossem
firmes como teus seios
doces como tua voz rouca
morenos como tua pele
claros e perfeitos como teus dentes,
justapostos e perfeitamente
distribuidos em tua boca
Então eu os dar-te-ia
para que tivesses
a justa medida do meu encanto

Chocolate

Escrevo o que não sinto
sou um mentiroso!
As mentiras são doces
como brigadeiros
Implosão!
As verdades são amargas
as vezes precisamos
adicionar a realidade
um pouco de açucar e leite
e então elas se tornaram irresistiveis!

Pipa de Papel

Coração
Diga onde você vai
voando tão alto pelo céu
feito pipa de papel!

Licor

Escolha uma estrela
E eu te darei
dentro de uma caixa de bombom
Sorva o licor do azul do céu!

Fazer poesia

Quero fazer poesia
que faça chorar
que faça sorrir
parar e refletir.

mas que seja poesia
que alguém queira
guardar em um caderno com carinho
ou quem sabe em um cantinho do coração

onda-particula

O homem injustiçado,
o homem que não se permitiu amar.
Não amou por medo de se machucar
não se machucou
mas também não amou
Tem um vazio na alma
uma secura na boca

Louco, louco, louco...
Ele diz pra si mesmo
olhando para o mar
e para as ondas que arrebentam na praia

Tem agora, a real consciencia
de sua condição de onda particula
sempre oscilando
entre as frstração e a esperança

Vê as ondas e sente
que esta cada vez mais proxima a arrebentação

Que bom lugar é o mar para se pensar na vida
vendo os carros passarem lá embaixo
Que bom lugar é o alto de um viaduto
ouvindo o barulho das ondas

Um homem sem esperança
encontra no ronco dos motores
uma interferencia destrutiva
que simplesmente anula
o ruído que vem do coração

Ele olha,
tira a roupa,
e se atira no mar,
se lançando às ondas,
debaixo das rodas de um coletivo!

função de onda

voltei a escrever versos
fazer poesia

dizem que minha poesia é vazia
mas já parou pra pensar
quanta coisa tem lá no vazio?
é! Lá tem particulas
Estrofes que oscilam
esperando para serem trazidas a existencia
por um foton bem energético
ou por um observador generoso
que faça a função de onda colapsar

terça-feira, 8 de julho de 2008

mochila empoeirada

Voltei trazendo na mochila empoeirada
Ventos que cantavam
por entre os cercados dos currais,
acariciando delicadamente as dunas de areia,
Lambendo maliciosamente a pele do mar,
eriçando suas ondas.
Voltei trazendo na mochila empoeirada
um peito repleto de frutos do mar,
um coração apaixonado,
Encharcado de mar e de estrada,
Louco pra naufragar em teus braços,
Pra me perder em teu abraço.
Amor estou pronto pra você?
Você esta pronta pra mim?

retrato

Pintar seu retrato não foi nada fácil!
Com pinceladas suaves, mas firmes
Criei os contrastes.
Um pouco de brilho do sol em seus olhos,
E do luar em seu sorriso
Porque seu olhar me aquece
E seu sorriso me enternece,
Ele é sereno como o brilho da lua
Refletido no mar e me faz suspirar
Em seus cabelos fiz um mix de tons,
misturei rock, blues e baião,
Um pouco de samba nas pontas
E carimbó nas raízes
Para pintar suas mãos
Usei as estrelas,
Constelações inteiras,
Por serem pequenas e delicadas!
Com o céu azul pintei seus seios.
Firmamento!
Finalmente em seus quadris
Coloquei o balanço das ondas...
E suas pernas
Pintei com as correntezas dos rios.
Elas arrastam meu olhar,
Arrastam meu coração
E eu me deixo arrastar
Até descansar feito aluvião em teu leito

sábado, 31 de maio de 2008

Icaros

Sera que um dia alcançarei o inalcançável

Sera que um dia atingirei o inatingível

Sera que um dia alcançarei as estrelas

Sonho com esse dia

Apesar das proibições

Apesar de todas as leis contrarias

Que me dizem que devo me contentar

Com as mesmices,

Sei que parece tolice

E talvez meu destino seja o mesmo

Que o de tantos Icaros

Um dia tunelarei,

Apesar de serem ínfimas as probabilidades,

E estarei face a face,

Bem juntinho do seu coração!

sexta-feira, 30 de maio de 2008

harmonia

acho que combinamos
eu poeta e você poesia,
eu coração e você o sangue
que ele bombeia,
um não tem sentido sem o outro.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

O viver é mesmo algo impreciso

Você quer sentir o amor
Então não fique ansiosa
Deixe as coisas acontecerem naturalmente,
Deixe-se beijar,
Deixe-se ser acariciada,
Sem se preocupar com culpas,
Deixe os cálculos frios,
Não tente medir o que não pode ser respondido
O viver é mesmo algo impreciso
Será que estaremos juntos amanhã?
Se depender do amor que sentimos um pelo outro,
Não só estaremos juntos amanhã,
Mas amanhã e depois, e ainda depois,
E a cada momento, porque cada momento
ao seu lado me dá a certeza que valeu a pena ter vivido

terça-feira, 13 de maio de 2008

frutos

Se você gosta de poesia
Regue o meu coração com seus beijos,
Regue com seu carinho,
Regue com seu sorriso,
Com palavras delicadas,
Ele florescerá e você
Se deliciará com seu perfume,
Colherá em suas mãos meigas e delicadas
Os seus frutos,
Que alimentarão sua a alma,
E fortalecerão os laços que nos unem

morada

Seu amor é muito mais do que mereci
Então não me diga que eu não posso te amar assim também
Sem promessas mirabolantes,
Mas te amando loucamente a cada momento,
Como se esse fosse o meu ultimo momento de vida.
A cada gesto de carinho,
A cada toque,
A cada palavra,
Não vou dizer que não mereço seu amor,
E nem quero que você diga o mesmo do que eu te dou.
Porque ainda que isso tenha sido verdade um dia
Temos conquistado esse direito,
Cada dia, renunciando ao egoísmo e ao medo,
Construindo uma vida a dois,
Regando com lagrimas e sorrisos,
E cada vitória é um novo tijolo,
Dessa morada aconchegante
que temos construido para o nosso amor!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

incendeia meu coração

sorria amor,
mesmo que eu não possa ver.
seu sorriso ilumina minha vida.
E talvez ele seja como o brilho do sol,
que eu apenas posso admirar de longe
sem nunca tocar,
mesmo assim é tão bom saber que ele existe
sentir o seu calor,
seu sorriso incendeia meu coração
todo dia pilhas e mais pilhas de maus pensamentos viram cinzas

terça-feira, 6 de maio de 2008

Quando as estrelas começarem a cair

Quando as estrelas começarem a cair
me diz, me diz, pra onde a gente vai fugir?
Oh! Aleluuuuia, graças a Deus!
Para o céu eu vou
Essa é a minha canção

Medo

Não tenha medo de me fazer sofrer,
Porque irei sofrer de qualquer maneira.
Descarte o passado,
Não descarte a possibilidade de sermos felizes!
Esqueça de tudo,
Mas se isso for impossível pra você,
Se tem tanto medo de sofrer
Me fazendo sofrer
Saiba que não sou sofredor!
É impossível me fazer sofrer!
Tenho um coração blindado!
Não tem nele lugar pra sofrimento!
E se ainda assim você não acreditar nisso
Ouça com atenção
Por favor pare só um instante
E me ouça
Não torço pro corintians!
Nem pra Remo ou payssandu!

Sonhador

Poetas são sonhadores,
Sonhador,
Sonho e dor.

Chuva

Quem pode não gostar de chuva,
Quem pode não gostar de amor.
Eu tomei banho de chuva,
Ah! como foi gostoso!
Fui displicente,
E quase morri de pneumonia.
Daí nunca mais amei,
Mas um outro dia senti tanta saudades
De correr na chuva outra vez,
Não tive medo,
Ela caminhava ao meu lado,
A pneumonia não me pegou outra vez,
Os meus pulmões seguraram bem
Já meu coração
Ele me agradeceu, mas me disse
Não faça isso com a gente nunca mais!
Espero que nunca mais,
Acabe depois de amanhã,
Afinal de contas a gente vai ter que morrer mesmo algum dia,
Se de pneumonia ou de amores
Eu não sei

Gripe

Estou contando os dias pra essa paixão acabar
Dizem que não tem cura,
mas que é parece gripe
deixa a gente mole
besta,
sem vontade de comer,
abestado
mas passa,
eu sei que passa.
Caramba!!!
acho que essa vai durar mais um pouco.
Ela acabou de sorrir pra mim!

microondas

As pessoas são tão complicadas
E dizem que o mundo é complicado
DETESTO ONIBUS LOTADO!!!
Mas se o mundo realmente é assim complicado,
somos nós quem o fazemos assim
Tudo poderia ser tão mais simples
Tipo assim:
Tu mais eu
Eu mais tu
E o resto?
o resto a gente guarda na geladeira
pra esquentar um outro dia no microondas
mas como eu, nem tu
gostamos de prato requentado!

Rodeio

A vida é um aprendizado
Quem tem medo de sofrer
Acaba sofrendo
Eu sou um desavergonhado
É! um sofredor
Eu não tenho medo de amar
Eu não tenho vergonha de tentarSer feliz
Ainda que tudo diga o contrário
Depois que eu caio
Levanto sacudo a poeira
E me preparo pra montar outro touro
Minha vida é um rodeio
Nós sofre
Mas nós se diverte
E quem achar que isso não é poesia
Que escreva uma melhor

sábado, 3 de maio de 2008

Poema para Dani

Vou te dar o céu
E cada estrela que há nele
Ei veja amor
você percebeu
como o brilho delas aumentou,
É o brilho de felicidade,
É o mesmo brilho que há no meu olhar,
É a alegria de merecer o seu olhar
É a felicidade de ser seu,
E não querer mais ir ao lugar algum,
Onde não haja a doce
Paz deste amor que nasceu no coração do Pai,

terça-feira, 29 de abril de 2008

Auxiliadora

Auxiliadora parecia realmente odiar Francisco. Francisco um dia foi um empresario muito bem sucedido do ramo da construção civil, até que um dia surgiu uma oportunidade sem precedentes em sua vida uma proposta de ganhar milhões de reais. Tudo que ele tinha que fazer era entrar em um esquema de corrupção que sangrava os cofres publicos do estado, mas não ele, não o Francisco, ele era um cara honesto, ele jamais entraria num esquema deste tipo. então ele recusou, Auxiliadora ficou furiosa. Não demorou muito tempo as coisas começaram a desandar ao ponto de Francisco falir. Seu casamento depois disso ainda durou muito. Durou cinco anos. Nestes cinco anos Auxiliadora empregou-se e progrediu, tornando-se alta-executiva de uma empresa local. Não demorou muito tempo ela pediu o divorcio. Desde então o ela passou a odia-lo.
Betinho
Betinho era o tipo do cara gente boa, querido pelos amigos. Amado pelas mulheres. Francisco o conheceu na faculdade, ele fazia direito e era seu colega de turma. Ele mostrou-se um amigo leal. Apesar de que a principio Francisco achou que ele fosse gay. O cara tinha um geito meio afetado, uma fala mansa, era delicado. Francisco pensou - Esse escorrega no quiabo! Entretanto o tempo passou e era surpreendente o numero de namoradas que o cara tinha. Então Francisco chegou a seguinte conclusão:
Isso deveria ser uma especie de estratégia pra chegar junto das garotas!

sábado, 26 de abril de 2008

Francisco

Francisco conheceu Karine pelo orkut e de cara, ele a achou linda, quase que por um impulso ele a elogiou, falou sobre seus olhos. Ela imediatamente correspondeu, agradeceu, ele continuou a elogia-la e os dois passaram quase que uma tarde inteira teclando. E depois varios outros dias, té que um dia ela disse que estava muito mal e contou que suspeitava que estava gravida do namorado, Francisco gelou mas mesmo assim continuou lendo, ela disse que estava desesperada e pediu ajuda, disse que o namorado ao saber havia lhe abandonado. Francisco disse que iria ajuda-la, ela pensava em fazer um aborto. Francisco disse que não concordava e se propos a ajuda-la, iria apoia-la. Dias depois veio a boa noticia ela não estava gravida. A amizade entre os dois cresceu apartir de então, mas Francisco deseja mais que uma amizade, entretanto a moça lhe informou que voltara com o namorado, Francisco ficou arrasado mas não comentou nada. A vida de Francisco não estava nada boa, ele havia saído de um relacionamento de dez anos, a esposa havia lhe traído, a empresa que ele tinha faliu, a esposa recusava-se a deixa-lo ver o filho, mesmo assim Francisco estava tranquilo sua fé em Deus o fazia ficar calmo. O Namorado de Karyne era Wilson um cara boa pinta, filho de um empresário local, ele era um desses caras que a mulherada gosta de correr atrás, e ele não era de deixar oportunidades passar, era do tipo matador. A esposa de Francisco, era vera uma mulher, ambiciosa, tornara-se alto-executiva de uma empresa local e desde o divorcio nutria um ódio desmedido pelo ex-companheiro, comentará com uma de suas amigas que perdera sua juventude ao lado de um idiota.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

O amor outra vez

Vou escrever um novo poema em sua homenagem:

Te amo

Te amo

Te amo

Te amo

Te amo

Te amo

Te amo

Te amo

Te amo

Te amo

Te amo

Mas será o benedito por que tanto te amo?

E eu sei lá!

Quem é que pode entender essas coisas do coração

quinta-feira, 27 de março de 2008

Quando você ler estes versos

Quando você ler estes versos
Eu terei partido

Partido o pão
E oferecido a outra face
Da lua que se oculta por entre as nuvens
Que apascentadas pelo vento que varreu o pacifico sul
Choram pelas vitimas das enxurradas
De balas perdidas,
De oportunidades perdidas
De simplesmente
Dizer
Eu te amo

Quando você ler estes versos
Eu terei partido

Terei partido e serei candidato
Mais um candidato na fila do emprego
Dos verbos
Dolorosos
Caprichosos
Que se conjugam no futuro
Do pretérito imperfeito

Quando você ler estes versos
Eu terei partido

Terei partido o coração de alguém
Que não esta nem ai pra esses versos

Velhos baús

Velhos baús
Vagas do mar
Areia branca
O dom de amar

Uma ave em seu vôo
Mergulha no oceano
Brilhando como estrelas
No fundo do oceano

Velhos vestidos
Empoeirados
Poeira
Caveira

Dom
Tom
Batom
Marrom

Armas
Ciladas
Gaiola
Violão
Viola
Veleiros
Cortam as águas

Um cartaz

Um cartaz
Que eu li
Dizia
O povo pede justiça
Que povo?
E que
Justiça?
Será o povo que rumina cabisbaixo?


Mais um assalto com reféns
Mais um corpo estirado
Eu povo,
Eu espectador
Calado
Não peço
Justiça
Peço
A DeusPra não ser o próximo

Noites solitárias

Noites solitárias
Observo o céu chuvoso
Iluminado pelos relâmpagos
Lembranças
Serpentes de fogo deslizam pelo céu
Enquanto a sinfonia monótona da noite prossegue
Grilos, sapos, fantasmas, vultos
Combinações bizarras de luzes e trevas
Noites solitárias
Sem ter a quem abraçar
Noites úmidas e frias

Os fleches se tornam mais fracos

Pirilampos,
Estrelas cadentes
Tudo que tem luz
Iluminem meus versos
Que no delírio das diafaneidades
Removam o limo do meu pensar
Cadencias apaixonadas
Das sinfonias de Mozart
Desenclausuradas fluam nas palavras
Rejam, reajam